Saúde

Remédio para ansiedade: quando tomar e quais os efeitos colaterais?

mulher tomando remédio para ansiedade
Escrito por Rodrigo Fávaro

Você sabia que a demanda pelo remédio para ansiedade passou de 17.197 unidades para 36.179, o que aponta um aumento de 110%? O incremento pode ser explicado pelo fato desse problema, conhecido como mal do século XXI, ser cada vez mais observado no cotidiano das pessoas, atingindo cerca de 33% da população mundial.

Conviver com os efeitos físicos e psicológicos gerados pela ansiedade dificulta a manutenção do que todos buscam: a qualidade de vida. Por esse motivo, a indústria farmacêutica tem se empenhado para desenvolver medicamentos que a tratam efetivamente.

Entretanto, é fundamental ter conhecimento sobre quando a medicação é a melhor opção de tratamento. Sendo assim, preparamos este post para deixá-lo informado e para ressaltar alguns aspectos importantes dos ansiolíticos. Confira!

Quais os principais tipos de remédio para ansiedade?

Benzodiazepínicos

Os benzodiazepínicos são os medicamentos mais comumente indicados para tratar a ansiedade. Eles atuam como sedativos, ou seja, servem para desacelerar o metabolismo do corpo, propiciando o relaxamento juntamente da redução das atividades neurais. 

O Alprazolam, Bromazepam e Lorazepam fazem parte dessa categoria. Esses ansiolíticos devem ser ingeridos com dosagem individualizada para cada caso e o consumo não deve exceder seis semanas. 

Os efeitos colaterais mais comuns são: sonolência, tontura, boca seca, náusea, fraqueza, constipação, visão turva, falta de equilíbrio e distúrbios da fala.

Barbitúricos

Os barbitúricos foram os primeiros remédios disponíveis no mercado para tratamento da ansiedade. No entanto, atualmente já não são mais utilizados com frequência pelo alto poder de desenvolver dependência física e psicológica. Por isso, não devem ser ingeridos por longo período e somente um médico poderá indicar a dosagem correta.

Eles melhoram os sintomas do problema por meio do impedimento do fluxo de sódio para os neurônios. As reações mais observadas são: mal-estar, tontura e cansaço.

Buspirona

A buspirona é um dos tipos de ansiolítico mais interessantes, pois não apresenta interação com outras substâncias, não causa sedação e não afeta o desempenho cognitivo. Porém, possui uma ação mais lenta, com efeitos notados somente a partir do 15º dia de utilização. 

Sendo assim, não é a melhor opção para quadros severos de ansiedade. Os efeitos colaterais incluem: formigamento, dores de cabeça, alterações de humor, vômitos, dor abdominal, nervosismo e cansaço.

Medicamentos Fitoterápicos – a melhor opção

Como alternativa ao uso de ansiolíticos e antidepressivos, que podem causar efeitos colaterais, os medicamentos fitoterápicos são a melhor opção para o tratamento inicial da ansiedade, dentre os medicamentos fitoterápicos para ansiedade se destaca o Seakalm comprimidos, que você pode encontrar na nossa loja virtual.

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Qual o mecanismo de ação dos ansiolíticos?

Os medicamentos ansiolíticos agem para aumentar o efeito de uma substância química cerebral denominada GABA, o ácido gama-aminobutírico. Por meio dele, substâncias responsáveis pela sensação de tranquilidade, regulação da ansiedade e do humor tem seu tempo de ação aumentado, o que ajuda a manter o bem-estar.

Quando optar por uma medicação é a melhor solução?

O primeiro passo para saber se uma medicação é a melhor solução para tratar a ansiedade é identificar se ela está associada a situações comuns do dia a dia, que geram grande expectativa, ou se ela se apresenta sem nenhum motivo específico — chegando a afetar a qualidade de vida.

No primeiro caso, o uso da medicação não costuma ser o mais apropriado, visto que se trata de um comportamento normal ocasionado pela circunstância. No segundo, é válido procurar ajuda médica para saber se o problema está associado a um distúrbio e, assim, certificar-se de que os medicamentos são a opção mais indicada para o tratamento.

Quais os cuidados necessários para consumir esses medicamentos?

Em primeiro lugar, é essencial que eles sejam consumidos sob prescrição médica, pois a automedicação traz inúmeros riscos à saúde. Além disso, deve-se sempre tomar a dosagem receitada, não estender o uso do remédio e evitar o consumo de bebidas alcoólicas durante o período de utilização.

Em situações que o uso foi esquecido, dobrar a dose não é necessário. A suspensão do medicamento deve ser feita somente após a consulta com um profissional.

Como pode-se perceber, existem inúmeras opções de ansiolíticos no mercado. No entanto, cada caso possui suas particularidades e precisa ser analisado por um médico para que o remédio para ansiedade mais adequado seja prescrito.

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Sobre o autor

Rodrigo Fávaro

Administrador de empresas com pós-graduação em Matemática Financeira e MBA de Gestão do Varejo Farmacêutico (CPDEC).

Cerca de 8 anos atrás, fui diagnosticado com uma doença autoimune, chamada Doença de Chron, a partir deste dia vi o quanto é importante ter nossa saúde em dia.
Isso foi o gatilho para meu maior propósito: Ajudar outras pessoas a cuidarem de sua Saúde e Qualidade de vida.

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