Saúde

Fique por dentro: 5 fatos sobre o Outubro Rosa

Outubro rosa
Escrito por Juliana Delgado

Há quanto tempo você conhece o Outubro Rosa? Não se espante! Essa ação está completando 27 anos. O mês 10 é dedicado a conscientização da prevenção do câncer de mama pelo diagnóstico precoce.

E essa campanha é ainda mais importante para o público feminino. Afinal, as mulheres têm, pelo menos, 100 vezes mais chances de desenvolver a doença em comparação aos homens de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia.

Mesmo assim, independentemente do sexo, é fundamental entender mais sobre o que é o Outubro Rosa. Por isso, separamos 5 fatos sobre a campanha. Confira!

1. Origem do movimento

A campanha nasceu em 1991, em Nova York. Desde então, a corrida pela cura do câncer de mama foi ganhando cada vez mais espaço, até chegar ao Brasil, em 2002. Com a aprovação do Congresso Americano, o mês 10 se tornou o mês nacional da prevenção da doença.

A escolha do laço rosa para simbolizar o movimento ocorreu após G. Komun Breast Cancer Foudation distribuir o item pelas ruas de Nova Iorque, em 1991. Além de fortalecer a importância da prevenção, o mês de outubro é voltado para arrecadar fundos para pesquisas que estudam a causa, prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

2. Importância do exame clínico

O ideal é que a mulher frequente o ginecologista ao menos uma vez por ano a partir da primeira menstruação. Durante a consulta, são realizados exames ginecológicos e exames clínicos nas mamas e axilas para verificar se não tem nenhuma alteração na pele ou algum caroço.

Esses procedimentos são importantes para detectar precocemente a doença. Quando o tumor ainda não é palpável, a chances de cura são bem maiores e os tratamentos são menos agressivos. Pergunte ao seu médico como você pode fazer essa verificação em casa.

3. Exame de mamografia

A recomendação da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia é que o exame seja realizado ao menos uma vez por ano em mulheres com mais de 40 anos. Este é um exame simples e semelhante ao Raio-X.

Como a radiação emitida é baixa, o exame não causa efeito colateral quando realizado na periodicidade e faixa etária correta.

4. Tratamento

O tratamento convencional envolve a quimioterapia (hormonioterapia), radioterapia e cirurgia para a retirada do tumor. Os procedimentos são baseados no grau de evolução da doença e das condições de saúde do paciente.

Os métodos clínicos envolvem medicamentos e cada qual tem sua função e efeito colateral. A resposta do tratamento é muito individual, ou seja, cada organismo vai reagir de uma maneira.

5. Reconstrução mamária

Por ser algo muito simbólico da feminilidade e por colocar em risco a saúde psíquica da mulher, a Lei 12.802/2013 obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a fazer a cirurgia plástica reparadora da mama quando a mulher tiver condições médicas para se submeter a uma cirurgia.

Caso não existam condições clínicas e técnicas para a cirurgia, a paciente deve ser encaminhada para um acompanhamento. As leis 11.664/08 e 12.732/12 também são destinadas à prevenção e tratamento do câncer de mama.

Além dos exames que ajudam a identificar a doença precocemente, é necessário prevenir. Meia hora de exercício por dia pode evitar o câncer de mama e de cólon. Por isso, comece a se mexer hoje mesmo!

Não restam dúvidas de que é preciso se cuidar para não sofrer com o câncer de mama. Fique sempre por dentro das campanhas do Outubro Rosa e não se esqueça da boa alimentação.

Veja também por que uma dieta balanceada e o uso de ômega 3 trazem grandes benefícios para sua saúde. Até a próxima!

 

 

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Sobre o autor

Juliana Delgado

Farmacêutica Farmácia Bigfort Bebedouro

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